10 Curiosidades sobre a Copa de 1958

10 Curiosidades sobre a Copa de 1958

Um descendente do patrono da Independência (José Bonifácio de Andrada Silva) inspirou Vicente Feola a usar o esquema 4-2-4. Nas eliminatórias, a Seleção Brasileira utilizou o 4-3-3. Martim Francisco de Andrada Silva treinava o Vila Nova, equipe da Grande Belo Horizonte.

O atacante Simmonsson, da Suécia, tinha um apelido diferenciado. A imprensa do seu país o chamava de “Raio de Luar”.

Os argentinos chegaram a Copa de 1958 entusiasmados. Afinal, os platinos tinham em seu ataque um trio de atacantes apelidados de “Trio de La muerte”, formado por Maschio, Angelillo e Sivori, todos atuando na Itália. Mas o “trio” funcionou mesmo só na volta para Buenos Aires, quando tiveram que sair escondidos dos torcedores.

Paulo Machado de Carvalho, diretor-técnico de Seleções em 1958, foi o grande responsável pelas convocações de Pelé e Garrincha para a Copa da Suécia. O técnico Feola era contra.

 A grande favorita para conquistar a Copa de 1958 era a União Soviética, que contava com o excepcional goleiro Lev Yashin e a segurança do zagueiro Igor Neto. Mas o time viajou com uma ausência: o atacante Streltsov, que não pôde sair da Rússia, por estar sendo processado por estupro.

O grande astro da Seleção Brasileira em 1958 era o ponta-direita Júlio Botelho, ex-Palmeiras e Portuguesa. Julinho, como era conhecido, pediu para não ser convocado para a Copa, por jogar no exterior. Botelho disse que a convocação era um desrespeito aos jogadores que atuavam no Brasil.

Talvez o fato mais insólito da Copa da Suécia foi a comemoração do dentista da Seleção Brasileira, Mário Trigo. Ao comemorar a conquista da Copa pelo Brasil, ele abraçou o Rei da Suécia, Gustavo Adolfo, e num alto e bom português, disse: “Oi Rei, tudo bem ?”.

O time que assombrou o mundo em 1954, a Hungria, chegou desmontado ao mundial de 1958. A base da equipe era o time do Honved, que excursionava em solos espanhóis em 1956, quando aconteceu uma revolução.Puskas e Koscsis pediram asilo e disputaram as eliminatórias pela Espanha, porém se muito sucesso.

O artilheiro da Copa do Mundo, Just Fontaine, apesar de jogar pela França, tinha origem marroquina. Fontaine marcou 13 gols na Copa.

Bellini, capitão do selecionado brasileiro, ao erguer a taça Jules Rimet, eternizou o gesto, que foi imitado por outros capitães após as conquistas.

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