10 Curiosidades sobre a Copa de 1962

10 Curiosidades sobre a Copa de 1962

Vicente Feola, técnico da Seleção Brasileira campeã mundial de 1958, não comandou a equipe porque estava doente. Aimoré foi o técnico bicampeão mundial.  

      Alfredo Di Stefano, um dos maiores jogadores de todos os tempos, apesar de ser argentino de nascimento, se naturalizou espanhol para poder disputar a copa pela “Fúria”. Mas uma contusão de última hora impediu o jogador de participar de uma Copa do Mundo.

Quando os chilenos souberam que iriam enfrentar o Brasil, espalharam vários cartazes nos ônibus pela Cidade de Santiago. “Con Didi o sin Didi, nos haremos fazer pipi”, e “Con Vavá o sin Vavá, los haremos fazer caca”.

A copa de 62, além de ser marcada pela genialidade de Garrincha, também foi marcada pela violência dentro dos campos. A partida entre Chile e Itália terminou com dois jogadores expulsos. E outros dois jogadores com fraturas.

Adolfo Pederneira, excepcional atacante argentino, nunca conseguiu disputar um mundial como jogador. Mas em 1962, foi à copa como treinador da Colômbia.

O idealizador da Copa de 1962, Carlos Ditborn, nasceu no Rio de Janeiro. Mas era de família chilena.

O chefe da delegação brasileira na Copa de 1962, Paulo Machado de Carvalho, teve muito trabalho para convencer o atacante Garrincha a não mandar buscar a benzedeira da sua cidade natal- Pau Grande - para tentar curar Pelé.

O estádio Nacional de Santiago recebeu mais de 75 mil espectadores para o jogo da semifinal entre Chile x Brasil, em 1962. Construído em 1937, sua capacidade máxima era de 74 mil pagantes.

Amarildo substituiu Pelé, a partir do segundo jogo da copa, e não deixou por menos. Tanto que ganhou o apelido de “possesso”. Sua participação foi tão importante que após o mundial se transferiu para o futebol europeu.

O atacante brasileiro que jogou com o nome de Mazola, em 1958, naturalizou-se italiano e adotou o nome de Altafini, jogando pela “Azurra” no mundial do Chile.

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