10 Curiosidades sobre a Copa de 1974

10 Curiosidades sobre a Copa de 1974

 A Seleção Brasileira da Copa de 1974 marcou apenas seis gols em sete partidas. Uma média de 0,85 gol por partida.

A situação estava tão tensa na Alemanha em 1974 que em todas as esquinas existiam guardas e cães de guarda vigiando o movimento. Dois anos antes, terroristas palestinos mataram 11 judeus nas olimpíadas de Munique.

O “deus” do futebol brasileiro, Pelé, não quis disputar a Copa da Alemanha, para protestar contra o regime militar que governava o Brasil, na década de 70. O próprio jogador declarou isso recentemente num programa de televisão.

Franz Beckenbauer capitão da seleção campeã mundial elogiou excessivamente a atuação do lateral Berti Vogts na final contra a Holanda. Para o Kaiser, Vogts anulou Cruyff. Os dois também foram técnico da Alemanha. Beckenbauer em 1986 e 1990 e Vogts na Copa de 1994.

A Seleção Brasileira só marcou o seu primeiro gol na Copa de 1974 na terceira partida, quando enfrentou o Zaire e venceu por 3 a 0. Antes, o time de Zagalo empatou com a Iugoslávia e com a Escócia.

A Iugoslávia aplicou a maior goleada da Copa de 1974. A vítima foi a humilde Seleção do Zaire. Os iugoslavos golearam os africanos por 9 a 0.

Os jogadores holandeses alcançaram grande popularidade na Copa de 1974. Cruyff e companhia aproveitaram o sucesso e começaram a cobrar por autógrafos. Graças as críticas vorazes da imprensa, os boleiros da Holanda pararam de cobrar.

A derrota na final da copa abalou muito o craque holandês Johan Cruyff, que prometeu nunca mais disputar uma Copa do Mundo. E cumpriu sua promessa.

Ademir da Guia, craque brasileiro e maior jogador da história do Palmeiras, só teve uma chance na Seleção Brasileira na Copa de 1974. Foi na disputa pela terceira colocação, quando o Brasil perdeu para a Polônia por 1 a 0.

Franz Beckenbauer, líbero alemão na Copa de 1974, disputou cinco copas do Mundo. Três como jogador e duas como técnico. Em todas, chegou no mínimo às semifinais. 

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